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Academia Nacional da PRF celebra cinco anos de instalação

O diretor jurídico, Fabiano Nicolete, representou o SINPRF-PR na solenidade de aniversário da Academia Nacional da Polícia Rodoviária Federal, realizada nesta quinta-feira (06), em Florianópolis (SC). O evento reuniu diversas autoridades nacionais e internacionais, com destaque para a ministra de Estado da Mulher da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves; o diretor geral da PRF, inspetor Adriano Marcos Furtado; e o coordenador da Academia, inspetor Pierre Carvalho.

A celebração dos cinco anos de instalação da Academia foi marcada por homenagens a pessoas que contribuíram para o sucesso dos trabalhos durante esse período, entre eles a ex-diretora geral da PRF, Maria Alice Nascimento; os deputados federais, António Carlos Nicoletti, Mauro Ribeiro Lopes, Hugo Leal Melo da Silva e Christiane Yared; o governador de Santa Catarina, Coronel BM Carlos Moisés da Silva, e ex-coordenadores de ensino da PRF.

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CASO MOON – PRF DE LUTO

Hoje a PRF amanheceu de luto! Nesta quinta (30), após sete horas de julgamento, o PRF Ricardo Moon foi condenado a 23 anos e 4 meses de prisão, pela morte do empresário Adriano Corrêa do Nascimento, em Campo Grande (MS), em dezembro de 2016 e duas tentativas de homicídio.

Segundo o portal de notícias G1, de acordo com a sentença, o policial foi condenado a 14 anos pelo homicídio qualificado de Adriano, e 4 anos e 8 meses por cada tentativa de homicídio qualificado, de Aguinaldo Espinosa e Vinícius Cauã Ortiz, que estavam, respectivamente, no banco da frente e de trás da caminhonete.

O advogado de defesa afirmou que irá recorrer: “Vamos recorrer ao Tribunal e vamos ver o que vai ocorrer, né [..] não quero tratar da consciência dos jurados, respeito a decisão deles, porque os erros dos homens de bem você tem que respeitar, mas acho que é um atestado para que as pessoas bebam e saiam atropelando quem quiserem”, disse Renê Siufi.

O SINPRF-PR manifesta sua contrariedade à decisão do Júri e reafirma seu apoio ao PRF Moon, que agiu em legítima defesa para salvaguardar a sua vida e a de terceiros, que poderiam ser ceifadas por um condutor fora de controle, conforme laudos juntados ao processo de que estava sob o efeito de álcool e medicamentos controlados.

Abaixo, carta de autor desconhecido, que traduz o sentimento da classe policial brasileira diante desse injusto julgamento.

POLICIAIS SÃO CONDENADOS A 23 DE OMISSÃO DIANTE DO CRIME.

Trata-se da condenação do PRF Moon a uma pena de 23 anos de reclusão. Vamos aos fatos.

O PRF Moon acordou as 5 da manhã para mais um dia de trabalho e, no seu carro, seguia tranquilamente para o posto da PRF, uniformizado para seu plantão de 24 horas. No meio do caminho uma Hilux em alta velocidade muda de faixa e quase o atinge. Diante da infração flagrante e do iminente risco de uma tragédia, o PRF Moon, com seu instinto policial e dever de agir, segue o veículo enquanto liga para a PM pedindo uma viatura para interceptar o infrator antes de um acidente.

Instantes depois, Moon alcança o veículo e no intuito de pará-lo toma sua frente se identificando como PRF e ordenando a parada do mesmo e o desembarque do condutor para que o este aguardasse a PM, com quem falava ao telefone. Inicia-se uma discussão gravada pela central da PM e então, o condutor do veículo acelera diretamente na direção do policial no intuito de atropelá-lo e fugir. O PRF atira para se defender, enquanto está atropelado sob o capô da Hilux.

O condutor, devido a sua imprudência e atitude, infelizmente, morre. Exames comprovaram posteriormente uso de álcool e DROGAS ILÍCITAS por parte do condutor, que voltava com outras pessoas após uma noite em uma boate. Câmeras filmaram o veículo infrator em alta velocidade nas ruas da cidade, antes do encontro fatal com o PRF Herói. O condutor da Hilux tinha um processo por furto de energia e outro por agressão, inclusive com medida protetiva para não se aproximar da vítima. O policial era condecorado pela instituição.

Hoje, a promotora LÍVIA CARLA GUADANHIM BARIANI acusou, e a justiça do MS condenou o PRF a uma pena de 23 anos de reclusão. Uma fala curiosa da promotora no julgamento é a comparação das condecorações do PRF Moon com o caso da vereadora Marielle. Segundo ela, policiais condecorados executaram a vereadora, (insinuando criminosamente que o PRF Moon executou deliberadamente o empresário). Estaria o PRF Moon pagando pelo crime cometido contra a vereadora? Estaria o PRF Moon sendo vítima da ideologia perversa anti policial??  Outra fala curiosa da promotora Lívia foi a de que o policial “sofre de síndrome de autoridade”. Ué, mas policial não é autoridade?? Segundo ela, não, isso seria uma síndrome, uma doença. Não é só isso, segundo a mesma promotora: “policial que procura o perigo, não pode alegar legítima defesa” (essa asneira me lembra de uma outra jurista que falou que o policial “só podia reagir depois que tivesse sido atingido”. Alguém já viu morto reagir?)

A pena recebida pelo PRF é maior do que a da mulher que esquartejou o marido e empresário Matsunaga (16 anos); Maior do que a do goleiro Bruno que matou e jogou aos cães a mãe do seu filho (20 anos); Maior do que o casal Nardoni que matou cruelmente uma criança (18 anos) e maior do que muitos casos de homicidas de policiais brasil a fora.

Qual o recado da justiça para os policiais com essa condenação, se não o recado para se omitirem? O que você faria em uma situação dessas sendo policial? “deixa ir embora” “deixa pra lá, se matar uma família, matou”. Essa é a polícia que a sociedade quer??

Um caso similar a esse nos EUA teria um desfecho de homenagem e condecoração ao policial, por ter evitado uma tragédia no trânsito. Aqui temos uma condenação de todos os policiais à omissão eterna. A cada dia é maior o número de policiais amordaçados contra o crime e deixando a população vulnerável. Chegamos no fundo do poço. O PRF Moon recorrerá aos tribunais superiores, mas sem muita esperança na justiça.

Que o povo brasileiro faça seu julgamento e ajude sua polícia.

Autor: Policial amordaçado

 

Foto: Jaqueline Naujorks/G1 MS

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Presidente do Sindicato participa de inauguração de centro de inteligência da região sul

O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, participou da inauguração do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública Regional – Sul (CIISPR-S), realizada na sexta-feira (10), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O evento contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

O CIISPR-S contará com o trabalho de integrantes das áreas de inteligência da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Departamento Penitenciário Nacional e Agência Brasileira de Inteligência, e terá como principais funções a coleta, análise e disseminação de inteligência para tomadores de decisão dos estados e demais agências de inteligência de segurança pública do país.

Também participaram da inauguração o governador do Paraná, Ratinho Júnior; a vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr; e o vice-governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior.

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Presidente do SINPRF-PR visita sede do SIGMUC e alinha trabalhos pela aposentadoria

O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, esteve na sede do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal de Curitiba (SIGMUC), na segunda-feira (06), para conhecer as instalações e também alinhar os trabalhos em defesa da aposentadoria de risco para todos os trabalhadores da segurança pública.

Ele estava acompanhado do diretor do Sinclapol, Antônio Carlos, e foi recebido pelo presidente do SIGMUC, Luiz Vecchi, que vem trabalhando incansavelmente para garantir os direitos previdenciários dos guardas municipais. “Infelizmente, a Guarda Municipal só tem deveres. Na hora dos direitos somos prejudicados com a permanência de mais 10 anos no serviço ativo, quando comparados à todo o contexto policial. Estamos na luta por um tratamento igualitário, com os mesmos direitos dos policiais”, afirmou Vecchi.

Um dos principais assuntos discutidos durante o encontro foi a grande mobilização que será realizada em Brasília, no dia 21 de maio, em defesa da aposentadoria de risco, com a participação das entidades sindicais e associações que integram a União dos Policiais do Brasil (UPB). “Precisamos unir forças nesta luta, para que todos os trabalhadores da segurança pública sejam valorizados, afinal, todos eles, sem distinção, realizam um grandioso trabalho em prol da sociedade. Juntos somos mais fortes”, declarou Nunes.

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Presidente do Sindicato participa de reunião da UPB com Francischini

O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, participou de uma reunião da UPB Paraná com o deputado estadual Fernando Francischini, para conversar sobre a aposentadoria policial, com a reforma proposta pelo Governo Federal. O encontro foi realizado nesta segunda-feira (06), no gabinete dele, na Assembleia Legislativa do Paraná.

De acordo com Nunes, o apoio do parlamentar é muito importante, pois Francischini é presidente do PSL no Paraná, base aliada do Governo Bolsonaro. O encontro contou ainda com representantes de outras entidades sindicais que integram a UPB Paraná.

O deputado se mostrou bastante receptivo e preocupado com a reivindicação. Segundo ele, que é defensor dos trabalhadores da segurança pública, é necessária uma atenção especial para esses profissionais, que realizam um importante serviço em prol da sociedade.

Outra demanda necessária é a inclusão dos guardas municipais na aposentadoria de risco, bandeira amplamente defendida pelo presidente do SIGMUC, Luiz Vecchi, a qual conta com o apoio da UPB, pois é inadmissível um tratamento diferenciado.  

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Sindicato participa de mobilização estadual pelo pagamento da data-base

O presidente do Sindicato, Sidnei Nunes, participou da mobilização dos servidores públicos estaduais realizada nesta segunda-feira (29), em apoio aos trabalhadores da segurança pública que integram a União dos Policiais do Brasil (UPB). O ato, realizado em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico de Curitiba, foi motivado pelo atraso no pagamento da data-base desde 2016, o que já  acumula mais de 16% de perdas inflacionárias para as categorias atingidas.

De acordo com Nunes, é inadmissível que o Governo do Estado não pague a reposição salarial, que é um direito constitucional da categoria. “Precisamos de uma segurança pública forte e valorizada, com carreira estruturada e bases salariais dignas. Os policiais não têm direitos previstos na CLT, como hora extra, insalubridade e periculosidade, adicional noturno, entre outros. Uma segurança fraca só beneficia a criminalidade”, afirmou.

 

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Reunião com o efetivo da Delegacia de Londrina

O presidente do Sindicato, Sidnei Nunes, participou de uma reunião com o efetivo da Delegacia de Londrina, promovida pela Superintendência da PRF no Paraná, na quinta-feira (25).  O encontro contou com a presença do superintendente regional, inspetor Ismael de Oliveira, e do chefe da delegacia, inspetor Ivaldo Junior.

Nunes explicou para o efetivo os prejuízos decorrentes da Reforma da Previdência, assim como a atuação do Sindicato para garantir a aposentadoria policial e os direitos dos policiais rodoviários federais. Na oportunidade, acompanhado do inspetor Oliveira, ele realizou ainda a entrega do livro comemorativo dos 90 anos da PRF, ao chefe da delegacia.

A reunião contou ainda com a participação dos representantes do Sindicato, E. Batista, Cunha e Denílson, e da equipe de gestão do superintendente.

Fotos: Fernando Oliveira/PRF

 

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Comissão de excedentes busca apoio do Sindicato e da superintendência

Na tarde de segunda-feira (22), o presidente do Sindicato, Sidnei Nunes, participou de uma reunião com a comissão de excedentes do concurso da PRF e o superintendente, inspetor Ismael de Oliveira. O encontro foi solicitado pelo grupo para buscar o apoio da administração e do SINPRF-PR na gestão junto aos parlamentares, Ministério do Planejamento e Ministério da Justiça, para que seja realizada uma nova chamada.

“A administração não medirá esforços para que todos os candidatos possíveis sejam chamados”, afirmou Oliveira. A grande preocupação é o curto espaço de tempo determinado pelo edital, de apenas 30 dias após o curso de formação da primeira turma.

Segundo Nunes, a comissão terá o apoio do Sindicato, pois a reivindicação é justa e necessária. “A demanda é urgente, pois a falta de efetivo é um dos problemas que precisam ser solucionados. O chamamento dos excedentes é uma das nossas lutas, assim como a abertura de novos concursos, para garantir melhores condições de trabalho aos PRFs e um serviço cada vez melhor à população”, destacou ele.  

Representando a comissão, estiveram presentes Bruno Dorigon, José Augusto Cantalejo Mazzaro, Hélder Schiochet e Cris Rogerson Tonon.

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Presidente do Sindicato se reúne com diretor-geral e superintendente da PRF

O presidente do SINPRF-PR, Sidnei Nunes, participou de uma reunião, na manhã desta segunda-feira (22), com o diretor-geral da PRF, inspetor Adriano Marcos Furtado; o superintendente da PRF no Paraná, inspetor Ismael de Oliveira; e o superintendente substituto, inspetor Daniel Antonio Torno.

Durante o encontro foram discutidos diversos assuntos de interesse da categoria, com destaque para a reforma da previdência, a portaria de regulamentação previdenciária dos que trabalham no serviço administrativo da PRF, blindagem de viaturas e falta de efetivo.

De acordo com Nunes, a necessidade de aumentar o número de PRFs é uma das principais demandas. “O diretor geral e o superintendente já sinalizaram que esta é uma luta encampada por toda a administração, que segue promovendo conversas constantes com o Ministro da Justiça, Sérgio Moro, para que o concurso em andamento seja ampliado, assim como a abertura de novos processos seletivos para que o problema seja resolvido”, afirmou.

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Deliberações importantes são aprovadas em AGE e AGO

Uma assembleia geral ordinária e outra extraordinária foram realizadas pelo SINPRF-PR, na terça-feira (16), para tratar de importantes deliberações, as quais foram aprovadas. Entre os principais assuntos da pauta estavam a prestação de contas 2018, proposta orçamentária 2019 e a incorporação do terreno da ASPRF ao Sindicato.

Além do presidente, Sidnei Nunes, estiveram presentes os diretores Valdenei Bezerra e Denilson Cruz, e demais sindicalizados.